2.24.2016

16/02/2016 Registros de Arnaldo Faria de Sá

CÂMARA DOS DEPUTADOS - DETAQ

Com redação final
Sessão: 005.2.55.OHora: 17h2Fase: GE
 Data: 16/02/2016

Sumário

Posse dos membros do Conselho Superior da Magistratura do Tribunal de Justiça de São Paulo. Contrariedade à proposta de reforma da previdência.

O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento) - Concedo a palavra ao Deputado Arnaldo Faria de Sá, de São Paulo.
O SR. ARNALDO FARIA DE SÁ (Bloco/PTB-SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado. É um prazer e uma satisfação imensa falar sob a sua presidência.
Eu queria registrar que, ontem, em São Paulo, tomou posse no Tribunal de Justiça o novo Presidente, Desembargador Paulo Dimas de Bellis Mascaretti; o Vice-Presidente, Desembargador Ademir de Carvalho Benedito; o Presidente da Seção de Direito Criminal, Desembargador Renato de Salles Abreu Filho; o Presidente da Seção de Direito Privado, Desembargador Luiz Antonio de Godoy; o Presidente da Seção de Direito Público, Desembargador Ricardo Henry Marques Dip; o Corregedor-Geral da Justiça, Desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças; e o decano Desembargador José Carlos Gonçalves Xavier de Aquino. Também tomou posse o novo Presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Desembargador Mário Devienne Ferraz;e o Vice-Presidente e Corregedor Regional Eleitoral, Desembargador Carlos Eduardo Cauduro Padin.
As posses foram bastante prestigiadas, com a presença inclusive do Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Lewandowski; do Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ministro Dias Toffoli; edo Governador Geraldo Alckmin. Eu representei a Câmara dos Deputados na solenidade. Desejo a todos um profícuo trabalho em defesa da Justiça bandeirante e da Justiça Eleitoral de São Paulo.
Sr. Presidente, eu queria aproveitar a oportunidade para deixar registrada a nossa insatisfação com a propalada reforma da previdência, que só será proposta para suprimir direitos e para alongar o tempo para a aposentadoria, uma coisa totalmente execrável.
No final do ano, foi aprovada uma emenda de minha autoria que garantia a fórmula 85/95. Não podemos admitir esta história. Vou lutar ferreamente. Não admitirei que essa reforma dificulte a vida do trabalhador brasileiro.
Há mais de 10 milhões de desempregados neste País. Querem mais o quê? Querem aumentar o tempo de contribuição? Como, se já nem é possível contribuir, porque não existe emprego? É lamentável essa postura. Nós lutaremos contra a reforma da previdência.
Postar um comentário