4.26.2013

24/04/2013 Audiência no Ministério da Industria e do Comércio


Plano de desenvolvimento para o segmento óptico foi discutido em reunião com ministro do desenvolvimento 

Brasília (DF) – O presidente da Associação Brasileira da Indústria Óptica (Abióptica) – entidade que representa o setor no âmbito nacional e internacional - Bento Alcoforado e o deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB), reuniram-se com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Fernando Damata Pimentel, para apresentar o plano de desenvolvimento do setor.
O documento prevê propostas consolidadas de Políticas de Desenvolvimento para o Segmento Óptico que seja capaz de trazer competitividade sistêmica e fortalecer a indústria nacional.
Para o presidente da Abióptica um dos itens que está avançando, presentes no plano, é a execução do Programa “Olhar Brasil”. Programa feito em parceria com os Ministérios da Saúde e da Educação (MEC) onde o objetivo é atuar na identificação e na correção de problemas de visão de jovens de escolas vinculadas ao Programa Saúde na Escola (PSE) e dos alfabetizandos cadastrados no Programa Brasil Alfabetizado (PBA).

Bento solicitou ao ministro apoio para ser colocado em prática, o quanto antes, os itens previstos no documento “as propostas são factíveis. Tínhamos o compromisso de colocar em prática em janeiro. A gente precisa desse impulso” afirmou o presidente da Abióptica.
O ministro se comprometeu em ajudar “nós temos que botar esse plano para andar. Eu vou colocar isso a frente com os ministros da saúde e da educação para avançarmos e colocarmos as propostas em prática no segundo semestre”.
Outro ponto também levantado na reunião pelo representante da Abióptica foi sobre a opinião contrária à respeito da publicação da consulta pública n º 46/2012 que prevê a alteração do processo produtivo básico (PPB) para óculos de sol e para produtos ópticos oftálmicos produzidos em Manaus.

Bento explicou ao ministro que se essa consulta for para frente vai trazer um cenário de insegurança para o setor que respeita normas técnicas já consolidadas “vejo isso como tratar os iguais de maneiras diferentes. Possíveis negociações de novas empresas podem ficar suspensas pela insegurança que isso pode provocar”.

Pimentel falou para o presidente da Abióptica que nada vai mudar sem que todas as partes forem ouvidas “com relação ao PPB você pode ficar tranquilo por que nós não vamos resolver nada as pressas. Nós não vamos fazer nada que afete o setor”.