1.14.2013

OPINIÃO



A portaria do Ministério da Fazenda definiu o reajuste para aposentados e pensionistas do INSS num índice inferior ao reajuste do salário mínimo e para o deputado Arnaldo Faria de Sá, do PTB de São Paulo, haverá resistência no Congresso Nacional. O projeto defendido pelo deputado Arnaldo Faria de Sá tenta garantir aumento real para aposentados, mas o governo não aceita. Para este ano, o reajuste do salário mínimo foi de nove por cento a partir de primeiro de janeiro e para as aposentadorias acima de 678 reais é que o índice será de 6,20%. O deputado Arnaldo Faria de Sá defende o reajuste em pelo menos 80% do aumento real. A estratégia já está sendo articulada. A idéia é tentar atrasar a votação do Orçamento deste ano prevista para o dia 5 de fevereiro. O deputado Arnaldo Faria de Sá alerta que a posição do governo está fragilizada com a maquiagem nos números do Orçamento para demonstrar superávit e ainda dificuldades no setor elétrico. A portaria de reajuste para as aposentadorias não pode ser modificada no Congresso através de legislação e a batalha vai acontecer na votação do Orçamento. Este ano por delegação do Congresso Nacional o salário mínimo foi fixado pela presidente Dilma através de decreto. O Deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP) criticou o índice de reajuste concedido aos segurados do INSS que ganham acima de um Salário Mínimo. Ele afirmou que a correção de 6,20%, anunciada na quarta-feira pelos Ministérios da Previdência e da Fazenda, está abaixo até mesmo da inflação oficial e não atende às necessidades dos aposentados e pensionistas. Arnaldo Faria de Sá, que mantém postura de constante defesa do segmento, afirmou que o seu objetivo é garantir aumento real para os aposentados que ganham mais de um Salário Mínimo. Para o parlamentar paulista, defensor durante sete mandatos consecutivos no Congresso Nacional, o governo deveria conceder esse mesmo índice a todos os aposentados e pensionistas do INSS, sem a atual discriminação, onde uns ganham 9% e outros 6,20%. De acordo com Faria de Sá, um grupo de deputado vai apresentar propostas no Plenário da Câmara federal visando elevar o reajuste dos aposentados para 80% do percentual de aumento real concedido ao mínimo. Para Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), o reajuste do benefício deveria garantir aumento real para os aposentados que ganham mais de um salário mínimo. A estratégia dos parlamentares será pressionar o Governo para atender milhares de aposentados e pensionistas. Afinal, se a Previdência tem margem, ou "gordura" para concessão de isenção/desoneração para grandes empresas, certamente há de ter recursos também para reajuste com aumento real para quem contribuiu a vida inteira para o Sistema Previdenciário. No próximo dia 27 de janeiro, em Aparecida/SP, recomeçará a luta dos aposentados, pensionistas e idosos! Governo que não respeita aposentados e pensionistas não merece respeito, concluiu Arnaldo Faria de Sá.

sábado, 12 de janeiro de 2013
Orçamento da União pode emperrar no Congresso se o Planalto não negociar reajuste aos aposentados


Fonte:http://ucho.info/
10/01/2013 - Pedra no caminho – Dilma Rousseff rompeu o ano governando o Brasil no vácuo de medida provisória, pois o Orçamento da União de 2013 não foi aprovado pelos parlamentares, mas a situação pode se complicar ainda mais dentro de algumas semanas. Marcada para o próximo dia 5 de fevereiro, a votação do Orçamento deve sofrer um duro golpe, pois deputados já articulam obstrução ao projeto que fixa o montante a ser gasto pelo governo federal ao longo do ano. Deputado federal pelo PTB de São Paulo e ferrenho defensor dos aposentados, Arnaldo Faria de Sá lidera o movimento, cujo objetivo é exigir do Palácio do Planalto um aumento maior para as aposentadorias e pensões com valores acima do salário mínimo. O governo da presidente Dilma divulgou na quarta-feira (9) que o reajuste para os benefícios acima do salário mínimo será de 6,15%, que como já informou o ucho.info não repõe as perdas geradas pela inflação. Faria de Sá quer que o reajuste para essa faixa de benefícios seja de 80% do aumento do salário mínimo, o que representa 6,9%. De acordo com o parlamentar, se os palacianos insistirem em não negociar, a aprovação do Orçamento da União será dificultada ao máximo. Nesse caso, Dilma terá de editar mensalmente uma MP para conseguir cumprir os compromissos e metas do governo.